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Cães de Serviço

Existem vários grupos para cães de serviço, por exemplo, um cão para diabéticos é capaz de

“detectar e avisar” quando há variações no índice glicêmico do seu tutor. Eles são treinados

também para detectar epilepsia ou alergias alimentares, antes que a situação se agrave e haja

risco de óbito.

 Já um cão para autistas impede que o paciente (Criança ou adulto) saia correndo deitando/

sentando no chão (geralmente esse cão está preso à cintura deste indivíduo) e durante as crises

auxiliam através de pressão corporal. Autistas tem o sono bem agitado e na companhia de um cão

faz com que durmam de maneira mais tranquila e profunda. Nos adultos provem maior serenidade

e confiança a esses indivíduos, que por vezes tem muita dificuldade para se comunicar quando são

submetidos a situações de stress, como, por exemplo, o embarque em trens, ônibus e aviões, sem a

ajuda do cão essas pessoas estariam alocadas a margem da sociedade, gerando atos discrimina-

tórios, por exemplo, quando se confundem com datas, e nem sempre conseguem prover uma

resposta rápida para questões simples para pessoas normais.

Já os cães para cadeirantes auxiliam na rotina do dia a dia como trazer objetos ao seu tutor, abrir e

fechar portas, atender ao telefone e até pedir ajuda em uma emergência.

Em linhas gerais são desta forma subdivididos:

Cães-Guia 

Auxiliam pessoas com deficiência visual

Cães Ouvintes

Auxiliam pessoas com deficiência auditiva

Cães de Alerta Medico

Um cão de alerta médico é um cão de assistência treinado para acompanhar e socorrer um indivíduo que possui uma necessidade médica. Auxiliam pessoas com deficiência como Diabetes do tipo 1 e 2, e Autistas de todos os espetros, Normalmente, em um primeiro momento esses cães não são encarregados de lidar com epilepsias ou com determinadas condições psiquiátricas. Apesar disso, certos cães de assistência a convulsões e cães de serviço psiquiátrico podem ser considerados de resposta médica.

Muitos cães de alerta médico "alertam" seus tutores sobre suas condições antes que algo ocorra. Por exemplo, cães que dão assistência a pessoas diabéticas talvez sejam treinados a detectar quando o nível de glicemia de seu tutor se torna elevado ou abaixo do nível esperado. Feito em excesso, ou na falta deste treinamento, estes cães são treinados para ajudar a combater os sintomas de seus tutores trazendo medicamentos ou um telefone, providenciando um suporte para mobilidade e auxiliando em muitas outras funções. 

Estes cães podem ser treinados por uma organização ou por seus tutores. E como todos os cães de assistência, eles devem possuir uma personalidade disposta a trabalhar e ser devidamente socializados se esperam dar assistência ao tutor em público. Não há restrições quanto a raça ou tamanho contanto que o cão desempenhe as tarefas que devem ser realizadas.

Etapas para formação de um cão 

Tudo começa analisando uma ninhada, selecionando o filhote de acordo com a função que irá exercer, sempre levando em consideração a genética e temperamento. O tempo de treinamento varia de acordo com o serviço/assistência que o animal irá desempenhar. A curiosidade dos cães é um fator relevante bem como gostar de pessoas e serem calmos. Por terem uma capacidade olfativa superior à dos seres humanos na ordem de milhões de vezes superior aos seres humanos, Ex. Capacidade olfativa média de um ser humano – e de 6 milhões de receptores olfativos, um cão (a depender da raça) vai ser de impressionantes 300 milhões de receptores olfativos. Além disso, a região do cérebro canino dedicada a analisar cheiros é cerca de 40 vezes maior que a do ser Humano.

Como identificar um cão de serviço pela cor do colete

Laranja – filhote em socialização.

Amarelo – cão de assistência em treinamento.

Azul – cão de serviço para autistas.

Verde – cão ouvinte.

Preto – cão de serviço para cadeirantes ou mobilidade reduzida.

Cinza ou Preto – cão de serviço de alerta médico.

Vermelho – cães de terapia.

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